As pessoas se casam, recasam, vivem juntas por várias razões: por amor, necessidade, manutenção do patrimônio, consanguinidade, para fugir dos sofrimentos familiares, por forças das circunstâncias de determinadas culturas, dentre outras. Pode ser também pela crença de que a relação
Tornar-se “bombeiro” é sobrevivência. Ser “surfista” é construção.
Todos nós, em alguma fase da vida, bancamos o “bombeiro” para, metaforicamente, “apagar incêndios”, ou seja, questões circunstanciais, inerentes à condição humana. Negar isso é viver de forma inautêntica. Quem nunca se viu nessa situação, tentando sobreviver, por exemplo, à
Pessoas desconfiadas são como gatos escaldados: têm medo de água fria
A lente que dá o colorido ou deixa em preto e branco os nossos relacionamentos atuais depende da forma harmônica – ou não – de nossa convivência nas famílias de origem. Na matriz familiar, estão impressos os diversos aprendizados e
Ser trator é fácil. Difícil é ser emocionalmente equilibrado
Todos nós, em algum momento das nossas vidas, já nos sentimos “tratores”. Ora para nos preservar e sobreviver, ora para nos defender dos sofrimentos físicos e mentais/emocionais que experimentamos em algumas circunstâncias da vida. Nesses momentos, inconscientemente, desejamos nos transformar
O Silêncio: Reestruturador ou desagregador das relações interpessoais?
O silêncio não deixa de ser uma forma de comunicação, um tipo de comportamento. Aquele telefonema que você se prometeu fazer para cumprimentar o seu amigo pelo aniversário e não fez, é um tipo de comunicação, uma expressão do comportamento.
Como identificar os “gatilhos” que disparam nossos conflitos emocionais
É comum escutar pessoas que reclamam por repetirem os mesmos erros do passado. Chegam a dizer: “Será que não vou aprender nunca?”. Quando se trata de relacionamento amoroso, alguns utilizam a expressão: “Troquei seis por meia dúzia”. Como fazer para
Ignorância e insensibilidade: componentes relevantes das armadilhas mentais
Esta reflexão que compartilho aqui teve como ponto de partida o artigo do jornal O Estado de São Paulo (19/03/2017), intitulado “Autista, não: imigrante”. Leia a íntegra do artigo no link abaixo. http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,autista-nao-imigrante,70001705273 A matéria relata o encaminhamento de crianças
Cobras andam, pessoas correm e ambas engolem sapos
O velho ditado diz “cobra que não anda, não engole sapo”. Pessoas que têm suas vidas demasiadamente aceleradas, às vezes não percebem que correria desenfreada pode estar relacionada aos sapos que são engolidos no dia a dia e que não
O Carnaval quase sempre potencializa a ressaca moral – Parte 2
Vimos, na primeira parte deste artigo, a magia que envolve o Carnaval, tirando milhões de pessoas da realidade cotidiana para, por 4 ou 5 dias, vivenciarem a entorpecente folia. No entanto, pagamos um preço, como sociedade, quando agimos dessa forma.
O Carnaval quase sempre potencializa a ressaca moral – Parte 1
Sem a presença dos momentos festivos e os entorpecimentos, provavelmente a civilização humana não sobreviveria. O nosso cérebro evoluiu muito, porém, os seus mecanismos de defesa permanecem oscilando entre estados de ansiedade e euforia à apatia e depressão. O Carnaval